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Vítor Vaqueiro

Eventos nos que participou

Participante

Mary Quintero: A luz que alumea a vida
Xoves, 29 de outubro de 2015

BIOGRAFÍA

Licenciado em Química e doutor em Ciências da Comunicação pola Universidade de Santiago de Compostela. Atualmente em situação de aposentado.
Depois duns começos na atividade fotográfica por volta do ano 1975, iniciou o ensino da foto¬grafia, bem como o seu trabalho profissional neste meio, no ano 1985. Co-funda¬dor do Centro de Estudos Fotográficos (1983) e comissário das primeiras edições da Fotobienal de Vigo, publicou os livros de fotografia Galicia (Vigo, 1990) e Rituais (Compostela, 2000), e também o de pesquisa histórica Pacheco. A memoria dun tempo e dun país (Barcelona, 2002). Expus a sua obra em galerias de Galiza, Portugal, Espanha e França. Dedicado ao estudo de temas relacionados co meio, tem publicado ensaios críticos e históricos em revistas de âmbito galego como Interesarte, Grial ou A Trabe de Ouro, ou internacional, nomeadamente na área da lusofonia, como o Anuário de Comunicação Lusófona. Foi sucessivamente professor de Matemáticas de Ensino Médio, fotógrafo independente e professor de matérias de Fotografia e Cinema na Faculdade de Ciências da Comunicação da Universidade de Santiago de Compostela. A sua obra fotográfica figura no fundo do Museu de Arte Contemporânea de Vigo. Durante o período 2007-2011 foi diretor do Arquivo Pacheco, a maior coleção fotográfica dos séculos XIX-XX de Galiza. Na esfera do jornalismo, colaborou com diferentes meios escritos, exercendo durante mais de uma década como colunista habitual no semanário A Nosa Terra e durante dous anos como coordenador da secção de comunicação da revista mensal Tempos Novos. Na atualidade colabora no jornal digital Sermos Galiza.
Para além da sua atividade fotográfica docente e ensaísta, tem publicados sete livros de poesia, dous de relato curto e duas novelas, bem como obras de temática etnográfica, como Guia da Galiza máxica, mítica e lendaria, ou de divulgação. Co seu poemário Camiño de Antioquía (Ferrol, 1982) ganhou o Premio Esquío de Poesía e com A fraga prateada (Vigo, 1983) o Premio de la Crítica espanhola. A sua tese de doutoramento “A obra fotográfica dos Pacheco no período 1909-1936 a través de duas publicacións viguesas, El Pueblo Gallego e Vida Gallega mereceu o Prêmio Extraordinário de Doutoramento e a sua Mitoloxia de Galiza o Irmandade do Livro.


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